Sobre a campanha

O Dia do Médico é uma data especial, que precisa ser celebrada em grande estilo e, por isso, a APM quer conhecer a sua história de amor pela Medicina.

O que te motivou a escolher essa carreira tão especial? Foi a influência da família, a inspiração por alguém querido ou a vontade de cuidar do próximo e fazer a diferença?

Envie sua história para nós, com fotos e/ou vídeos! Todas serão compartilhadas por aqui e nos demais canais de comunicação da APM. E tem mais: todos os relatos concorrerão a um jantar completo com acompanhante no Terraço Itália!

Imperdível! É a chance de inspirar outras histórias e ainda viver uma experiência gastronômica incrível…

Participe agora mesmo!

Dra Karen Andressa Paula Borges

Meu amor pela medicina começou numa brincadeira de criança. Quando eu tinha por volta de 8 anos estava brincando com meus dois primos André e Alam. Era uma área de mata e morro dentro de um bairro chamado Represa em Santo André. A brincadeira era esconde esconde.

André e eu saímos para nos esconder naqueles corredores enlameados enquanto Alam contava, quando ele começou a nos procurar ouvimos um grito, André correu em direção ao Alam. Alam havia escorregado na lama e caído. Na queda cortou o pulso num caco de vidro e o corte sangrava muito. André arrancou a camiseta e a rasgou e com um pedaço da mesma enrolou no pulso de Alam amarrou e estancou o sangramento. Corremos para casa da minha tia e Alam foi socorrido. Na minha cabeça só passava como meu primo tinha sido genial, rápido astuto, ele tinha salvado uma vida. A partir daí eu tinha certeza… eu queria ser médica!!!!

A história claro tem muito mais daí pra frente, mas pra resumir … hoje o André é um super Policial (eu continuo admirando meu primão!!!! O Alam é um fera da computação e tem sua própria empresa e eu me tornei ginecologista obstetra me especializando em Medicina Fetal !!!!

Dr. Romualdo J.M Gioachini

Filho de pedreiro não tive uma motivação especial para estudar medicina, parece que foi o destino.

Formado em1962 pela Faculdade de Medicina de Sorocaba me dediquei a

Hematologia e Hemoterapia e em 1964 fui trabalhar no Banco de Sangue do

Hospital Alemão Oswaldo Cruz começando com coletas e transfusões de Sangue e

hoje sendo responsável técnico pelo serviço que reconhecidamente tem elevado

padrão cientifico e técnico. São 56 anos de especialidade que correspondem a 20.000 dias

tratando de pacientes sempre no mesmo Hospital.

Dr. Flavio Carneiro Hojaij

O Dr. Flávio nos contou que seu amor pela Medicina surgiu como “um chamamento, uma vocação” que ele descobriu aos poucos por influência de sua professora da época. 🙂

Nossa campanha está quase acabando, mas ainda dá tempo de participar enviando sua história de amor pela Medicina. Você, associado da APM, concorre a um jantar completo com acompanhante no Terraço Itália. Acesse www.minhavidamedicina.com.br e participe agora mesmo!

#MinhaVidaMedicina #DiaDoMédico #APM

Dr. Pablo González Blasco

Medicina: Minha aventura e Reflexões

A Medicina está mal –grita a sociedade deste início de milênio- e, a seguir, exemplos catastróficos do mau atendimento médico, do descaso, da indiferença perante o sofrimento e a morte dos semelhantes. Não, não é a medicina a que está mal; aliás, nunca esteve tão bem, repleta de recursos e possibilidades diagnósticas e terapêuticas, avançando com tecnologias de ponta, a cada dia. São os médicos –não a medicina- os que estão mal ou, em outras palavras, os que deixam a desejar e não correspondem às expectativas da sociedade que reclama.

            É claro que os médicos não são “os maus da história”, pois isso seria simplificar a questão de modo ridículo. Todos estão conscientes do excesso de trabalho, dos salários aviltantes, da falta de respeito profissional, da exploração descarada da mão de obra representada por jovens colegas. Mas tudo isso não nos desculpa de fazer uma breve reflexão sobre a parte de culpa que nós, médicos, temos no cartório da presente questão. E talvez esta reflexão nos leve a esclarecer o problema e a encontrar caminhos de colaboração real. Afinal, é disso que se trata: fazer a nossa parte, aquilo que está no círculo da nossa influência ao invés de perder-nos em quimeras e sonhos de possibilidades, atitude desgastante e estéril.

            Que é ser médico? O que representa ser médico hoje? Quem pode ser médico? Perguntas diretas que atacam o âmago da questão. Por mais voltas que demos em função das variantes, acaba-se convergindo sobre o ponto crucial: para ser médico é preciso ter vocação. Vocação? Sim, vocação; assim de simples. Sentir-se chamado, convocado para essa função na vida, que pelas suas peculiaridades toma conta da própria vida, transformando-a ao tempo que se incorpora no próprio existir. Ser médico é muito mais do que escolher uma carreira, ou uma profissão; infinitamente mais do que pleitear um emprego. Ser médico –sentir-se chamado para tal- é adotar um modo de ser no mundo. Nenhuma presunção nestas palavras, nem complexo de superioridade; mais do que isso é “tomar consciência do tamanho do problema”, porque ser médico é querer servir. Fazer da vida um serviço. O tema é tão atual que hoje dizem que a verdadeira liderança consiste em aprender a servir. Para os médicos isso não deveria supor novidade, pois é algo inerente à sua vocação.

            Um dos livros que marcou minha formação -presente de uma colega professora americana- aborda acertadamente esta questão vital.  Intitula-se “A coragem de ensinar”[1], e o autor atreve-se a definir a vocação como “o lugar onde se encontram a profunda alegria pessoal com as verdadeiras necessidades do mundo”. Ser útil e trabalhar com alegria. Duas características da vocação quando verdadeira,  que nos fazem pensar se no meio de tanta reclamação, de tanto médico descontente –que não deseja, por exemplo, para o filho o que ele tem, ser médico- se a vocação é realmente uma condição presente na vida e nos projetos de tantos facultativos. Este é um dos conselhos que repito ininterruptamente aos alunos de medicina que me cercam nas atividades docentes; “Seja feliz. Do contrário, não seja médico”.

            Pensar em ser médico e nas questões cruciais acima colocadas traz à minha memória uma história de alguns anos atrás. Um conhecido trouxe-me ao consultório a esposa que, tendo feito inúmeros exames, padecia de uma ansiedade aguda, uma crise de pânico. Tranquilizei a paciente, prescrevi a medicação, e coloquei-me à disposição para atendê-la quando fosse necessário. Devo dizer que atravessavam uma situação econômica difícil e o marido solicitou-me a possibilidade de pagar a consulta com vários cheques pré-datados, o que aceitei de imediato. Dias depois tocou o meu telefone, de madrugada. Atendi: era a paciente, ansiosa, que requeria meus serviços. Conversei com ela no telefone e perguntei se o marido não estava em casa. “Ele está sim –disse a paciente- mas não queria que eu telefonasse para o senhor, não queria que lhe incomodasse. Eu disse a ele: Mas, Zé, se ele é médico!!!”.Emocionou-me a explicação simples que deu ao marido constrangido pelo inoportuno da hora. Disse tudo numa palavra: “Ele é médico”, o que significa “já sei que está dormindo, que quase todo o mundo está dormindo neste horário, mas eu preciso dele….e ele é médico”. De fato está tudo dito.

Desliguei o telefone, sentei na frente do computador e escrevi essa simples história para não deixar que o sono apagasse a impressão encantadora do momento. E pensei que teríamos de saber carregar esta palavra que tudo explica com a dignidade que requer: “Ele é médico”. Lá está tudo compreendido, em confortante aconchego: as desculpas que não precisam ser dadas pela moléstia que nunca é tal, a compreensão com o paciente que necessita de cuidados, o desconforto de quem, como neste caso, passa um aperto econômico e hesita em procurar o médico com quem deverá negociar os honorários em cheques pré-datados, o medo do incômodo aliado à necessidade imperiosa de ajuda. “Ele é médico”, pronto, está tudo dito. Assim é para o paciente; ainda, para muitos pacientes, para felicidade nossa. Esse é o nosso maior título. A condecoração que deveríamos honrar a todo o momento, engrandecendo a nossa alma com a medida de tão simples e definitiva verdade: “ele é médico”.

Mas, é também verdade, que o paciente está hoje em dia desnorteado no meio de uma avalanche técnica, e de um menu imenso de opções médicas. E não sabe quem procurar. Seguem outras histórias esclarecedoras:

Em certa ocasião, já faz alguns anos, atendi um chamado médico na casa de uma família que me procurou, por indicação, sem conhecer-me. Apresentei-me na porta, atendi o paciente, expliquei para a família o que estava acontecendo, fiz as prescrições necessárias, assim como as recomendações para cuidar do enfermo, e aceitei, de bom grado, o cafezinho que me ofereceram. Neste momento de descontração, cumprido o dever profissional, a filha do paciente confessou:

-Posse lhe dizer uma coisa. Doutor?

Assenti com um sorriso. – A amiga que me recomendou o Sr.  disse-me que era médico de família. Eu, para ser franca, esperava ver entrar pela porta um velhinho com aquelas malas antigas, vestindo um terno com colete e…. – Ficou decepcionada?  –perguntei. -Não, de modo algum. Mas é que hoje em dia não se vem médicos de família por ai. Eu lembro quando era criança que o médico da cidade do interior onde a gente morava, sempre ia em casa, e mal entrava já sabia o que nós tínhamos…Morreu faz tempo, nós mudamos e nunca mais tivemos um médico assim. Hoje é tudo muito complicado, exames, hospitais, e a gente não sabe o que acontece com a gente….. -Mas, a senhora pergunta para os médicos? -Eles não explicam nada, falam entre eles numa linguagem que a gente não entende. Hoje o médico nem te examina, pede exames, não olha para você. Uma pena isso de não ter mais médicos de família, aquilo sim que era bom -Mas, minha senhora está falando com um deles…- Será que isso vai voltar, doutor?

A segunda história vêm não de um paciente, mas de um velho médico e professor, com quem conversei diversas vezes sobre as questões de medicina de família. Olhe –dizia – eu costumo dizer aos meus doentes que sou o médico de “passando mal”. -Como assim, professor? –perguntei surpreso, ciente da quantidade de títulos acadêmicos que constam no seu curriculum. – Veja, Pablo, quando as pessoas tem dor de cabeça, procuram o neurologista. Quando tem dor nas costas, vão atrás do ortopedista e alguns do reumatologista. Quando o assunto é dor no peito, pontadas, batedeiras, toca  procurar o Cardiologista, quem sabe até pneumologista. Agora quando as pessoas “passam mal”  acabam me procurando diretamente. Acho que sou o médico de passar mal.

Lembrei das muitas vezes em que um paciente nos procura e perguntamos “O que mais o senhor sente”, já ouvi diversas vezes:  “Doutor, da sua parte é só isso”. E quando nos apresentamos num serviço como médicos de família, o paciente vislumbra que podemos ajudar nos seus problemas de saúde, ainda pergunta para certificar-se : “Doutor, que sintoma devo ter para poder passar em consulta com o senhor”. Claro é, que a resposta vem das conversas com o velho professor: “Minha senhora, eu cuido de gente, de pessoas. Quando a senhora estiver passando mal, pode me procurar”

Ser médico hoje. Uma reflexão que é uma proposta de vida. Uma atitude consciente de cada um, como resposta a sentir-se convocado para esse modo de existência. Algo que independe de circunstâncias, entorno, situações, porque mesmo sendo o  homem, no dizer de Ortega, essa soma do eu e das minhas circunstâncias, o mesmo autor  afirma que são poucos os homens ativos e não simplesmente reativos, que se exigem mais do que os outros e por isso são nobres, noblesse oblige.[2]


[1] Parker J. Palmer: “The Courage to Teach”. Jossey-Bass. S.Francisco. 1998. | [2] Ortega y Gasset. “La rebelión de las masas” Revista de Occidente. Madrid. 1930.

Dra. Daniela fink Hassan bassalobre

Nasci abraçada pela medicina, em uma Santa Casa de misericórdia de Penápolis, uma pequena cidade do interior de São Paulo atualmente em desenvolvimento pleno.

 Obstetra da minha mãe meu grande pai: Dr Wahib Hassan, cirurgião e obstetra, extremamente hábil. Meu avô aquele que foi o primeiro diretor clínico desta instituição, em seu consultório antigo do tempo  em que se realizavam  exames laboratoriais na própria clínica, sua formação segunda turma de Medicina da Universidade de São Paulo- USP .

Crescemos ali quatro irmãs  Dra Simone Fink Hassan, Dra Mirela Fink Hassan, Dra Milene Fink Hassan , Dra Daniela fink Hassan   e um irmão Wahib Hassan, lembranças recentes, na janela do quarto da minha irmã mais velha, escutando as consultas de meu pai. A porta do consultório adentrava para a sala de estar da nossa casa. Lugar proibido de entrar, o consultório, apenas entrando escondido para olhar aquela imensidão de sala cheia de estetoscópios, macas, pinças …..    o Consultório do Dr Wahib Hassan na Rua Ramalho Franco junto a  sua casa…. Atendimento : aperte a campainha da casa qualquer horário o Dr atende.

O meu avô  com seu consultório ao lado, clinico geral, aqueles vozinhos bem antigos, que manipulavam seus remédios , a indústria farmacêutica escassa… mas  titulado com Doutorado. Interessante  que procurando esses dias em livrarias antigas que arrematam livros, minha irmã arrematou  a Tese de meu avo e guardamos eternamente.

E assim seguimos as crianças na Medicina, formamos quatro medicas duas pediatras e duas ginecologistas, com  maridos médicos , primos médicos e  sobrinhos se formando pra medicina ….. Duas filhas lindas, como toda mãe convencida …. querem ser médicas.

Resolvi assim aprofundar na minha medicina, queria evoluir minha cidade, mestrado , doutorado, titulo de especialista e assim montamos o Centro de reprodução Humana Wahib Hassan.

Continuo ainda trabalhando e lutando naquela Santa Casa de Misericórdia de Penápolis que nasci, agora bem mais evoluída, mas lutando , continuo a missão que me foi dada ao nascimento : cuidar e trazer vidas…. Porteiros do mundo … AMO A MEDICINA.

Dr. Gustavo Marcelo Vinent

Tive uma infância muito feliz como toda criança deveria ter: carinho da família, boa educação e muita bola e bicicleta; mas gostava mesmo de meu trem elétrico, ao qual vivia montando maquetes diversas em cartolina: sempre achei que de adulto seria engenheiro ou arquiteto.

Com 14 anos meus pais se mudaram de Buenos Aires para São Paulo, todo muito rápido: em duas semanas foi tomada a decisão e a mudança ocorreu num piscar de olhos. Outro mundo, todo diferente: carros, construções, pessoas, idioma…

Mas a vida continua e era necessário adaptar-se: entrei na escola,1º colegial, de 13 matérias fiquei de recuperação em 12 mas não repeti!!!

2º colegial e começa as aulas de laboratório, meu grupo era de 5 mulheres e eu único homem. É lógico! O primeiro animal para estudo tinha que ser uma minhoca! Ninguém quis pôr a mão e lá vou eu: tinha que evidenciar a circulação (vasos laterais, dorsal e ventral). A “cirurgia” foi tão perfeita que eu tomei gosto e passei a abrir diversos outros animais no decorrer do período, mas meu futuro já estava delineado e completamente mudado!

Me formei em 1985 e desde então 100% identificado e realizado com a profissão, sempre promovendo saúde, seja no meu consultório assim como na carreira Ocupacional como Médico do Trabalho.

Dr. Antônio Pessanha Henriques Júnior

Início do ano letivo de 1.978 e eu começando a cursar o 3º ano de Medicina, cheio de expectativas para aulas práticas do ensino médico, naquele templo sagrado de ensino, a Santa Casa de Belo Horizonte, nosso Hospital/Escola.

Majestosa, com seus 13 andares e aproximadamente 1.300 leitos, na quase totalidade de pacientes socialmente desfavorecidos e que tinham aquela instituição como ponto de destino final, vindos de todo canto, principalmente das Minas Gerais, com a esperança de serem cuidados e tratados das inúmeras patologias, que me eram apresentadas diuturnamente. Fui selecionado, juntamente com mais 10 colegas de turma, para a 6ª enfermaria de mulheres do 8º andar daquela instituição, tendo como tutor o Professor LL, que seria nosso professor de Semiologia Prática. Uma disciplina que tinha como prerrogativa o ensino de como fazer o exame físico e a abordagem clínica dos pacientes. Matéria determinante para qualquer especialidade que seguíssemos futuramente. Um bom curso de Semiologia nos daria substrato para sermos bons profissionais em qualquer área de atuação.

Um professor de pouca fala e muita sabedoria; discreto, objetivo e atencioso com seus pacientes, que doravante permitiriam serem cuidados por todos nós. Ainda o estava observando, respeitando e moldando minha admiração em suas condutas pessoais e profissionais, até que numa aula sobre icterícia obstrutiva, fez uma exposição detalhada, pedagógica e brilhante. Usou tão somente um quadro negro, giz e um pequeno papel com as palavras chaves, para que não perdesse o fluxo de raciocínio.

Ao terminar, duas colegas, com algum grau de sedução, se dirigiram a Ele para solicitar seu “resumo”. Aí uma surpresa: Ele rasgou, amassou, jogou no cesto de lixo e disse: isso deve estar cheio de erros. E indicou o livro onde deveriam buscar conhecimento complementar.

Pronto. A admiração que eu estava construindo veio para ficar.

Passei pela cadeira como aluno e depois, por mais 3 anos seguintes, fui acadêmico voluntário em sua enfermaria, sendo tutelado por aquele Clínico que dia após dia ia me mostrando a trilha da ÉTICA e do bem cuidar; muitas vezes sem a busca do curar, quando isso não era possível, bem ilustrado com uma paciente jovem (16), com uma cardiopatia grave e terminal, sem quaisquer chances de resolução se não por um transplante, praticamente inviável na década de 70 do século passado.

Sentei-me com meu mestre para que determinasse como deveria agir, prescrever, cuidar e quem sabe, curar aquela jovem.  Recebi dele uma longa e detalhada explicação do caso clínico, me mostrando que não tínhamos nenhuma chance terapêutica e que doravante iríamos CUIDAR, aliviando sintomas, principalmente a dispneia severa e a ansiedade que aquilo gerava na paciente e seus familiares, que a acompanhavam na enfermaria.

Me postei ao seu lado e lá permaneci até seu final, conforme fui ensinado e orientado, embora com uma certa indignação, por achar aquilo muito pouco.

Ela morreu serena e certamente nunca soube a intensidade da lição que me proporcionou, embora eu ainda não tivesse a dimensão dos CUIDADOS PALIATIVOS e que aquilo que colaborei viria a se chamar ORTOTANÁSIA, que seria a meta de todo paliativista.

Meu querido Professor vive, está saudável, aposentado e mantendo hábitos saudáveis e relações honestas. Vez por outra tenho notícias suas em datas comemorativas.

Foi dele a frase que nunca me deixou – A MAIOR CONTRA-INDICAÇÃO É NÃO TER INDICAÇÃO. Penso nele em cada prescrição e sou eternamente grato pela oportunidade do convívio.

Dr. Orestes Pentagna

O Dr. Orestes nos contou que “a Medicina está em seu sangue”, já que sua família é composta por médicos, começando por seu avô que era pediatra. 🙂

Ainda dá tempo de compartilhar a sua história de amor pela Medicina! Participe e concorre a um jantar completo no Terraço Itália. O sorteio será dia 1° de novembro. #MinhaVidaMedicina #DiaDoMédico #APM

Dra. Telma Zaka

A Dra. Telma é associada da APM, atua na área da Medicina há quase 50 anos e nos contou que escolheu ser médica porque na época gostaria de entender o sofrimento das pessoas!

Você também pode enviar sua história para nós e ainda concorrer a uma experiência gastronômica incrível no Terraço Itália. Leia o regulamento e participe agora mesmo =) O sorteio será dia 1º de novembro!

Dr. Clóvis Constantino

O Dr. Clóvis afirma que escolheu ser médico por vocação! Acompanhe o relato completo no vídeo abaixo 🙂

Ainda dá tempo de nos enviar a sua história de amor pela medicina. Além de inspirar outras histórias, você, associado, ainda concorre a um jantar completo no Terraço Itália. Participe agora mesmo! #MinhaVidaMedicina #DiaDoMédico #APM